Deborah Sousa entrevista Manoel Marcondes Neto.

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Deborah Sousa, articulista deste portal, no bojo de seu MBA em Gestão da Comunicação Organizacional, escolheu o tema ‘Diagnóstico’ porque acredita que a pesquisa é o primeiro passo importante na prestação de serviços na área e ainda percebe que existem profissionais sugerindo novas ações de comunicação nas empresas sem ao menos estudar o ambiente e validar as teses através de uma pesquisa prévia.

Para seu TCC fará entrevistas com profissionais que tenham experiência na prestação de serviços de consultoria. Aqui, entrevista com Manoel Marcondes Neto, diretor-presidente deste OCI, mentor e consultor de empresas no Coletivo Umbrella, e professor com 20 anos de experiência nas disciplinas Administração e Assessoria em Relações Públicas I e II:

1) Na sua opinião qual a importância para uma equipe de comunicação organizacional realizar uma pesquisa de diagnóstico antes de começar a sugerir ações de melhoria?

– Importância máxima, crucial, sem o que simplesmente não é possível estabelecer parâmetros do que seja insuficiente ou recomendável a uma organização em termos de comunicação.

2) Você acredita que é fundamental a terceirização deste serviço ou seria possível começar com os profissionais de comunicação da empresa , organizando as perguntas e fazendo as as entrevistas de pesquisas qualitativas?

– Ambas as formas podem gerar bons resultados. Há um ‘folclore’, no entanto, segundo o qual ‘santo de cada não faz milagre’ – e graças a isso a indústria da consultoria não para de crescer.

3) Qual formato você acredita que seja o melhor? Pesquisa em grupo? Individuais ou questionário fechado?

– Os três, combinados.

4) Na sua opinião, qual a melhor forma de apresentar os resultados de uma pesquisa qualitativa? Uma vez que não apresenta dados matemáticos e sim respostas, frases, opiniões.

– O design thinking tem sido muito usado para trabalhar e representar achados de pesquisas qualitativas. Infográficos e programas como Word Cloud têm sido muito úteis para ressaltar o que é mais relevante numa massa de ‘big data’.

Deborah Sousa, jornalista formada cursando MBA de Gestão da Comunicação Organizacional.

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