'8 Rs' da Comunicação FuncionaI: instrumental para uma governança transparente.

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Manoel Marcondes Machado Neto, doutor em Ciências da Comunicação pela USP e cofundador deste O.C.I., concebeu um novo composto (‘8 Rs’ da Comunicação Funcional) que representa um circuito completo (vide aqui o diagrama-infinito que o representa) na vida de todo ente organizacional – sobretudo empresarial, mas também aplicável ao Estado e ao Terceiro Setor.

Dedicado à questão da Transparência Ativa, o autor – que é pesquisador na Faculdade de Administração e Finanças da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – vem trabalhando, desde 2008, na integração da Comunicação com a Administração e, com este novo composto de ‘8 Rs’, conclui – conceitualmente – um ciclo que compreende as demandas (ou instâncias) de toda e qualquer organização em termos de uma ‘Comunicação Funcional’.

O percurso teve início com a publicação do livro ‘Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração’ (2008) – obra relançada em versão atualizada (2016) pela Ciência Moderna (www.lcm.com.br), nos formatos impresso e digital. Por conta desta abordagem, o autor transferiu-se – em 2009 – da Faculdade de Comunicação Social para a Faculdade de Administração e Finanças da UERJ.

Com o livro ‘A transparência é a alma do negócio’, de 2012 (Conceito Editorial), Manoel Marcondes M. Neto propôs a tese de que ‘sem comunicação não há transparência’, e a apresentou na palestra ‘A outra face da medalha da ética é a transparência: proposta de um caminho para a obtenção da tão demandada transparência nos negócios’, ministrada em 2014 no painel ‘Dilemas éticos da comunicação’ – do 3o. Forum ABRACOM de Gestão da Comunicação Corporativa, em São Paulo. Nascia o composto de ‘4 Rs’ (Reconhecimento, Relacionamento, Relevância e Reputação).

Em 2018, no XXI Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, o autor lança – fruto de pesquisa conduzida junto ao CNPq e a UERJ em convênio com o Observatório da Comunicação Institucional – a inovação ‘AFCO/5R-INDEX'(*). A Resiliência institucional (5o. R) é, então, incorporada ao composto.

Em 2019, Responsabilidade e Retribuição (6o. e 7o. Rs, respectivamente) são incorporadas como duas novas instâncias/demandas. E, finalmente, em 2020, encerrando o ciclo e completando o ‘diagrama infinito’ (Leminiscata de Manoel) – que sempre remete a um recomeço – incorpora-se a 8a. instância, da Reinvenção.

Com a preponderância da internet (como meio) – e das redes sociais (como veículos) – a Comunicação migra da periferia ao centro das preocupações do gestor.

Ao lado do Direito e das Ciências Contábeis, a área – antes vista como ‘perfumaria’ e segundo ou terceiro escalão na lista das profissões – sofre um shift – e uma ‘Comunicação Funcional’, de resultados, vai para o board nas decisões organizacionais que envolvem a demanda por transparência, entrando – definitivamente – no espectro da Governança.

Baixe gratuitamente o e-bookhttps://www.youtube.com/watch?v=m_L_Xfq3qGU

(*) Auditoria Funcional da Comunicação Organizacional (AFCO) para aferição do Índice de Transparência Ativa (5R-INDEX).

Sobre o autor:

Manoel Marcondes Machado Neto, paulistano, é professor-pesquisador da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ e diretor-presidente da Sociedade Educativa Observatório da Comunicação Institucional. Pós-doutor em Cultura e Territorialidades pela UFF e doutor em Ciências da Comunicação pela USP, sob a orientação de Margarida Kunsch, na linha de pesquisa ‘Comunicação Institucional: políticas e processos’. Mestre em Comunicação pela UFRJ, com ênfase em Sistemas de Informação, e especialista em Sistemas e Métodos pelo Saint Charles CPE da Andersen Consulting (EUA). Bacharel em Relações Públicas pelo Instituto de Psicologia e Comunicação Social da UERJ. Editor dos websites ‘Marketing & Cultura: comunhão de bens’, ‘RRPP.com.br’, ‘FullPR.net’, ‘Powerbranding Brand Forum’ e ‘BeeBranded.com.br’; e do blog ‘Institucionalmente’. Foi secretário-geral do Conrerp1 (2010-2013) e é membro suplente do Conferp (2019-2022). Consultor de empresas desde 1980, atuou como auditor de sistemas na Andersen Consulting e participou do ‘rebranding’ para Accenture – ‘case’ que publicou no livro ‘Marca: do marketing ao balanço financeiro’ (EdUERJ, 2015) em coautoria com Mariza Branco Rodrigo de Freitas. Cofundador da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (SP, 1999), e do Coletivo Umbrella: Comunicação Total (RJ, 2016). Coordenador de estágio profissional em Relações Públicas do ECI (Escritório de Comunicação Institucional) do OCI. Coautor – com Marcelo Ficher – dos livros ‘100 Anos de Relações Públicas no Brasil: rumo à cidadania plena’ (Conceito, 2014) e ‘105 Anos de História das Relações Públicas no Brasil’ (Conceito, 2019). Coautor – com Luzia Angelete Ferreira – do livro ‘Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil’ (LCM, 2011). Autor dos livros ‘Marketing Cultural: das práticas à teoria’ (LCM, 2002), ‘Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração’ (Conceito, 2008), ‘A transparência é a alma do negócio’ (Conceito, 2012), ‘4 Rs das Relações Públicas Plenas: proposta conceitual e prática para a transparência nos negócios’ (LCM, 2015), ‘The business of transparency’ (Editor A, 2016), ‘Cultura e Marketing para As Artes’ (Lumen Juris, 2017), Auditoria Funcional da Comunicação Organizacional (Editor A, 2018), ‘Marketing para Artes & RP para Artistas’ (Conceito, 2019) e ‘8 Rs da Comunicação Funcional – 720 graus: instrumental para uma governança transparente’ (Editor A, 2020).