Regra antiga das Relações Públicas: gentileza gera gentileza.

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GG

O profeta Gentileza (1917-1996) criou e difundiu a sentença que, até hoje, bem define o diferencial que preside a ação do relações-públicas formado no Brasil: “gentileza gera gentileza”.

Escrita – compulsivamente – (e numa tipologia, acima, que se tornou marca registrada) em paredes públicas do Rio de Janeiro, o pouco de sua obra mural que restou – próximo à Rodoviária Novo Rio – deve-se ao trabalho de pesquisa e preservação do arquiteto e professor – do IACS/UFF – Leonardo Guelman.

O consultor corporativo americano Steve Harrison, autor do livro “Manual de gentilezas do executivo: como pequenos gestos constroem grandes empresas”, veio ao Rio para um evento de gestores, e conversou com o jornalista Márvio dos Anjos na coluna “Conte algo que não sei”, n’O Globo (publicação de hoje – P.2). Na contracorrente de um mundo que privilegia a competição, a agressividade, e até uma espécie de “vale-tudo”, o MBA por Cincinnati provoca-nos com algo que parece muito “novo” e estranho no universo corporativo, mas que já era verdade disseminada por pioneiros errepês como Bertrand Canfield (anos 1950, nos Estados Unidos) e Whitacker Penteado, pai (anos 1960, no Brasil). Vale a pena refletir sobre o tema.

Íntegra da entrevista no link – http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/steve-harrison-consultor-corporativo-possivel-uma-contracultura-da-gentileza-17398732