Brasil registra segundo maior índice de confiança na mídia.

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Deu n’O Globo de 29/06/2017 (P. 20):

LINK – https://oglobo.globo.com/economia/brasil-registra-segundo-maior-indice-de-confianca-na-midia-21532738

Imagem: Agência O Globo

COMENTÁRIO

Com em tudo na vida, duas faces da mesma medalha: uma boa e outra ruim.

A boa é saber que há credibilidade na mídia profissional, alicerce de qualquer democracia. A ruim é constatar que cresce o número de pessoas que opta por ‘conhecer o mundo’ pela via das redes sociais – com todo o seu amadorismo, subjetivismo, ativismo e outros ismos; berço das ‘fake news’ e dos ‘alternative facts’, por exemplo.

Justamente no momento em que, no Brasil, a Comunicação como área integrada de saber completa 50 anos (é de 1967 a Escola de Comunicações Culturais – ECC, depois ECA, na Universidade de São Paulo), inicia-se um movimento orquestrado de ‘uberização’ de todas as coisas – inclusive da comunicação.

Nós, brasileiros, que temos tradição de qualidade, como um todo, no campo (e suas diversas especialidades) – seja em jornalismo, seja em publicidade, seja em TV, seja em RP – não podemos deixar de debater o ponto de inflexão diante de nós. Um país continental que possui uma rede de televisão no nível das três maiores (e melhores) do mundo e uma propaganda que está entre as quatro mais criativas do planeta, não pode – em nossa visão – ‘andar para trás’, precarizando os ofícios de criar, reportar e escrever.

Queremos – nós, deste O.C.I. – nos juntar à ABAP e aos demais que ora lutam por normas civilizadamente estabelecidas por todos, num ‘fair game’ que, este sim, pode desenvolver ainda mais as práticas de mercado, seu próprio tamanho, e o conhecimento que se produz academicamente (em que também o Brasil se destaca). Lembro, aqui, um comentário que fiz recentemente e que se conecta com essa questão: https://www.youtube.com/watch?v=HDXcstW9Cn4.

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