O mundo realmente mudou tanto? Por Jeffrey Sharlach - memo #4

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Jeffrey Sharlach, CEO do Jeffrey Group, fez a conferência de abertura do 20o. Congresso de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas – mesmo evento em que este OCI fez o pré-lançamento da Auditoria Funcional da Comunicação para aferição do Índice de Transparência Ativa’. Um feliz exemplo de sincronicidade.

A íntegra de sua palestra – http://www.jeffreygroup.com/news/details/344

COMENTÁRIO

Observe os negritos (grifos nossos) neste trecho da fala de Sharlach (estamos com o pensamento em linha com o dele):

O que entendemos como a prática moderna das comunicações corporativas – realmente o primeiro reconhecimento de que os negócios precisavam considerar as comunicações – surgiu com o crescimento dos meios de comunicação de massa durante o último século. De repente, os meios de comunicação começaram a prestar atenção nos negócios e as empresas precisavam que alguém fosse o ponto de contato para essa poderosa força de mídia.

Este foi o começo das comunicações corporativas como profissão – em consonância com o crescimento dos meios de comunicação de massa. E durante as décadas passadas, nós ganhamos um lugar à mesa: hoje, nas maiores empresas, você provavelmente encontrará o Diretor de Comunicação reportando-se diretamente ao CEO. Este é o caso de mais da metade das empresas listadas na Fortune 500.

Então, como as empresas precisam abordar as comunicações neste novo e desafiador ambiente? Primeiro, sugiro que comecem pelo topo de qualquer organização corporativa. Os melhores executivos das empresas percebem que não precisam contratar um “Chief Reputation Officer”. A administração da reputação da empresa – e a reputação de suas marcas – são da responsabilidade do CEO, já que esse é provavelmente o ativo mais valioso de qualquer empresa, mais do que quaisquer fábricas, patentes ou mesmo a fórmula secreta da Coca-Cola.

Uma vez que este fato – e esta responsabilidade – sejam aceitos, o próximo passo precisa ser um processo de educação em toda a empresa a respeito do valor da reputação e da importância de gerenciá-lo continuamente. Não apenas para os principais executivos – mas para todos os que estão lá representando a empresa.

E este foco na comunicação deve ser incorporado nos processos e procedimentos diários. A entidade corporativa precisa ser vista como uma criatura viva e que respira – sua saúde precisa ser constantemente monitorada e medidas preventivas – um programa de bem-estar, se quiser – deve ser adotado e seguido.

Para qualquer empresa, gerenciar de maneira eficaz a totalidade do processo de comunicação corporativa é agora um dos trabalhos mais importantes para ter sucesso.

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