Uma carta para 2022. Por Giovanna Travensolo.

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Finais de anos são sempre momentos reflexivos, introspectivos e de se pensar em metas ou objetivos para o ano que vem a seguir. Um momento de fechamento de ciclo.

Mas para 2022, quero ser mais realista e mais acolhedora e gostaria que todos também fossem. Estamos passando por momentos muito difíceis – especialmente no Brasil – e às vezes nos esquecemos do que realmente importa.

Então, para o ano que vem, eu espero poder ver as pessoas próximas a mim aceitando todo o poder e brilho que têm, que entendam a potência que são e o tanto que podem desenvolver. Eu espero que as pessoas dêem mais primeiros passos, que tirem desejos da gaveta, que saibam entender seus limites e aprendam a ouvir a voz do “euzinho” interior. Eu espero e desejo também que sejamos mais vulneráveis, mais corajosos e mais empáticos. Claro, eu também espero que consigamos nos empoderar e lutar pelos nossos direitos.

Em 2022 eu quero poder aproveitar mais o tempo presente e deixar as paranoias, ansiedades e medos pequenos de lado, ao ponto de serem apenas guias – se necessário – mas não freios. Espero que eu possa ser mais gentil comigo e que possa – sempre – demonstrar todo o amor que tenho àqueles que amo e que estão caminhando comigo.

De 2022 eu espero acolhimento, aceitação e liberdade.

O que vocês esperam?

Giovanna Travensolo é graduada em Relações Públicas pela Unesp e pós-graduada pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. Nas suas próprias palavras: “movida pelo poder que a comunicação tem e em como ela pode mover mundos”. Atualmente, é consultora de projetos na Matchbox.