COMUNICAÇÃO CORPORATIVA DE QUALIDADE - Com que roupa? Um 'dress code' para a comunicação corporativa em geral e a de hospitais em particular.

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A forma de apresentação pessoal dos funcionários de uma empresa faz parte da identidade e da imagem que ela constrói junto aos seus clientes e ao público.

Algumas organizações possuem um ‘dress code’ que deve ser seguido por todos os funcionários. Isso é importante, por exemplo, em hotéis ou companhias aéreas. Mas o código que mais vale na maioria dos casos é o do bom senso do profissional – a escolha individual do que vestir vem da observação do ambiente em que atua e da necessidade de adaptar-se a ele para desenvolver seu trabalho.

Em qualquer situação, uma regra geral é evitar exageros – decotes muito profundos, roupas exageradamente justas, saias curtíssimas, acessórios escandalosos, maquiagem pesada e banhos de perfume dificilmente combinam com o ambiente de trabalho.

Tudo isso vale, de modo muito especial, para quem trabalha com comunicação corporativa. Talvez, mais do que se vestir, o/a profissional deva se ‘camuflar’, tornar-se invisível. Em uma cobertura jornalística ou fotográfica, ele/ela não é protagonista, mas um observador dos fatos. Em um evento, não é a estrela, mas alguém dos bastidores – que tem a missão de fazer tudo funcionar bem. E assim por diante. Portanto, quanto menos chamar a atenção e se tornar o foco dos olhares e comentários, tanto melhor.

Existem particularidades para quem atua na área de comunicação de um hospital. No seu trabalho, este profissional circula pelos mais diferentes ambientes. Há alguns mais formais, como a alta administração; outros totalmente casuais, em especial aqueles onde estão pacientes – ainda mais em um hospital público -, e estudantes – se tratando de uma instituição também de ensino; e, nos corredores, reuniões, eventos etc., muitos, muitos jalecos brancos.

Então, para o profissional de comunicação a melhor opção é, realmente, a ‘camuflagem’ – uma vestimenta discreta, que lhe permita uma circulação tranquila por qualquer ambiente, sem correr o risco de virar o centro das atenções e perder o foco do trabalho.

Não dá para esquecer, ainda, que os hospitais devem seguir a NR-32, norma técnica relacionada à segurança da assistência prestada pelo paciente e também à do próprio profissional. Entre outros itens, ela determina o uso de calçados fechados, cabelos longos presos e nada de acessórios gigantescos. O profissional de comunicação, é claro, não atua na assistência, mas pode fazer parte do seu dia a dia, por exemplo, acompanhar uma equipe de reportagem no setor de Emergência, fazer uma fotografia ou vídeo no bloco cirúrgico, participar de uma reunião em uma unidade de internação… Então, nada melhor do que estar adequado às normas – nunca esquecendo que o profissional de comunicação normalmente é percebido como um multiplicador da imagem corporativa.

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