COMUNICAÇÃO CORPORATIVA DE QUALIDADE - Algumas dicas para redação em comunicação corporativa.

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Ninguém tem mais tempo de ler textos longos. Em postagens nas mídias sociais, releases para a imprensa, comunicados internos ou outros conteúdos, dê as informações que realmente importam de forma breve e objetiva. O uso correto da Língua Portuguesa também é relevante: concordâncias erradas, por exemplo, podem prejudicar a compreensão ou mesmo o sentido do texto.

Nada menos comunicativo do que um texto burocrático, aquele do tipo ata: tal dia, aconteceu tal coisa, com a presença de fulano e beltrano, que discutiram o assunto X com o objetivo de blá-blá-blá… Isso não é produzir conteúdo, mas preencher formulário – não importa o assunto, a forma não muda, e aí não há quem se interesse em ler. Escrever para comunicação corporativa não é só fazer registros, é atrair, motivar, engajar. A melhor opção é uma abertura que reúna as informações mais impactantes e as aborde de forma criativa, de acordo com o conteúdo abordado – tudo isso encimado por um título sucinto e chamativo.

Um dos desafios de quem produz conteúdos para comunicação corporativa é elaborar títulos de qualidade para seus textos. O BOM título convida para a leitura, apresentando uma informação atrativa para que o público siga na leitura no texto. O título EXCELENTE permite que, mesmo sem ler o texto, o público já fique razoavelmente informado sobre o assunto. Elabore títulos altamente informativos, curtos, em ordem direta, de preferência na voz ativa e com verbo no tempo presente.

Cada organização trabalha com informações relacionadas a um universo específico, que envolvem vocabulário técnico. Mas, nas ações de comunicação, geralmente o público-alvo é leigo – mesmo na comunicação interna, muitos segmentos não estão familiarizados com nomenclaturas específicas. Por isso, termos excessivamente técnicos devem ser evitados nos textos. Quando realmente indispensáveis, vale uma explicação bem clara e sintética entre parênteses.

Nos textos de comunicação corporativa, o substantivo tem sempre primazia sobre o adjetivo. O autoelogio está fora de cogitação. Com um conjunto de INFORMAÇÕES bem selecionadas e abordadas de forma atrativa, o conteúdo positivo será captado pelo público. Por exemplo: em um release sobre evento promovido pela organização, se você destacar a presença de um ‘importante palestrante renomado internacionalmente’, seu material será forte candidato para ir direto à lixeira, por não conter matéria-prima de trabalho para os jornalistas que o receberem. Mas, se apresentar as credenciais e diferenciais efetivas, provando com dados concretos que o sujeito é importante, provavelmente consiga não só divulgar uma nota, mas até gerar uma boa pauta.

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