COMUNICABILIDADE - A importância da comunicabilidade.

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Para entendermos a importância de uma boa comunicabilidade dentro das empresas, organizações e até mesmo na vida, primeiro precisamos compreender o que é essa tal de ‘comunicabilidade’.

No dicionário encontramos comunicabilidade como um substantivo feminino que significa qualidade de comunicável, facilidade ou disposição de se comunicar. No termo jurídico, quer dizer qualidade de bens que pertencem a uma comunhão.

Se pesquisarmos em artigos científicos e sites distintos, encontraremos basicamente a mesma definição para a expressão. Comunicabilidade é a qualidade do ato comunicativo otimizado, no qual a mensagem é transferida integral, correta, rápida e economicamente.

Em qualquer das etapas do processo comunicativo, da codificação à compreensão, podem aparecer ruídos causando prejuízos à comunicabilidade. Portanto, comunicabilidade é a comunicação realizada entre partes de forma clara, simples e objetiva.

A transmissão integral pressupõe que não haja ruídos e perdas, e a transmissão correta implica em identidade total entre a mensagem mandada pelo emissor e recebida pelo receptor. A rapidez pressupõe que se pratica o ato comunicativo pela via mais curta; a economia presume que não são necessários retornos, esforços de decifração e compreensão. Pode-se falar, ainda, numa comunicabilidade de código e numa comunicabilidade de discurso.

A comunicabilidade pode ser dividida em partes:

Pronunciabilidade: Qualidade da fala de quem transmite a mensagem, qualidade da comunicação oral otimizada para a elocução – a fala de um radialista, por exemplo.

Audibilidade: Qualidade da audição da mensagem, qualidade da comunicação oral otimizada para a audição. Também interessa ao rádio.

Legibilidade: Na comunicação escrita, depende da clareza dos sinais transcritos, qualidade da comunicação escrita otimizada para a leitura. É típica questão para editores e jornalistas.

Processabilidade: Qualidade existente no processamento para a compreensão. É de interesse da didática e do ensaio, como exemplos.

Acessibilidade: Qualidade da comunicação escrita otimizada para a leitura seletiva.

As principais ocorrências negativas à comunicação são a supressão de partes da mensagem no processo, a deformação da mensagem, e uma perda de produtividade na troca.

A comunicação – nas organizações e na convivência humana -, é importante instrumento de poder decisivo aplicada tanto à estratégia da administração empresarial como na crescente complexidade da gestão dos recursos humanos. No mundo empresarial, a comunicação estabelecida de maneira efetiva é o que motiva o consumidor, reforça um conceito, estimula processos de promoção e de vendas, cria e mantém a imagem de marcas.

Para o bom funcionamento de uma empresa e aperfeiçoamento na produtividade dos seus colaboradores, o papel da comunicação abrange planejar e criar objetivos para alcançar-se o objetivo almejado. A comunicabilidade envolve uma série de ferramentas que buscam manter todos os colaboradores a par do que está acontecendo na empresa, sua missão, visão e valores, planos estratégicos, ações táticas e procedimentos operacionais. Suas quatro funções mais básicas são: controle, motivação, expressão e informação passada.

Comunicabilidade é uma qualidade do profissional focado em seu trabalho, daquele que tem o desejo de resolver e progredir, não apenas ficar indiferente…

Use os recursos disponíveis e se possível, fale face a face, pois faz toda a diferença. Expresse-se de maneira clara e objetiva, sem prolongamentos imprecisos. Comunique-se, converse, leia, estude, e procure ficar inteirado com todos os assuntos e situações que estão à sua volta. Não repasse informações sem a devida checagem. Bem comunicar-se é uma arte que precisa ser cultivada no dia a dia. Como dizia Chacrinha: ‘Quem não se comunica, se trumbica’.

Karina Rofato, bauruense, é jornalista por amor e vocação, formada pela UNESP – Universidade Estadual Paulista ‘Júlio de Mesquita Filho’. É pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos, bacharel em Administração, tecnóloga em Gestão de Processos e tecnóloga em Empreendedorismo.

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