"Transparência não fere liberdade". Francisco Gérson de Lima.

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Na – ótima – série de reportagens “Representantes de quem”, O Globo vem tratando das sinecuras sindicais brasileiras. Ações “em famiglia“, eternização no poder, cobranças a maior e ações a menor – algumas das mazelas de sindicatos – de trabalhadores a patronais – em nosso Brasil varonil…

Junto da matéria (de Henrique Gomes Batista e Ruben Berta), publicada anteontem (P. 8) intitulada “Onze dias de salário para o sindicato”, há uma entrevista com o promotor responsável pela Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical do Ministério Público do Trabalho (MPT), Francisco Gérson de Lima, que clipamos – http://oglobo.globo.com/brasil/sindicato-chega-cobrar-11-dias-de-salario-16879785

Imagem: Antonio Scorza (Agência O Globo). Legenda: Iuri de Almeida, operário da construção civil há um ano e meio: “Queria tirar esta cobrança, mas aí teria que ir à sede do sindicato, perder um dia de trabalho…”.