"Partidos ganham verbas públicas para gastar inutilmente". Deu OCI no jornal "Estado de Minas".

Share Button

em

O diretor -presidente deste OCI foi entrevistado pela jornalista Bertha Maakaroun, do jornal Estado de Minas, no âmbito do seu trabalho de reportagem acerca da distribuição do Fundo Partidário para fins de “doutrinação programática e política” (o nome da rubrica).

O total das verbas para os partidos políticos, como se sabe, acaba de ser triplicado – em plena crise fiscal -, beirando o bilhão de reais.

Leia a íntegra da matéria de Bertha Maakaroun, ontem publicada pelo Estado de Minas – http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/05/02/interna_politica,643240/fundo-milionario-para-bla-bla-bla.shtml

COMENTÁRIO

Como ressaltado pela jornalista, o relatório final da pesquisa OCI sobre o discurso institucional dos partidos políticos brasileiros, toca em algumas feridas:

“Impossível para um cidadão comum que busca na internet informações sobre as legendas brasileiras apontar com objetividade quais são as diferenças programáticas substantivas entre elas. Com formatos e funcionalidades muito variáveis de um para o outro, alguns websites se mostraram fragmentados, incompletos e desatualizados. Em muitos, simplesmente não há uma seção sobre o partido. E quando se recorre a seções como a história ou ao estatuto, cai-se em textos gigantescos, inadequados ao meio”.

“Há uma espécie de mania de Getúlio Vargas. Muitos são os herdeiros do ex-presidente. Jesus Cristo também tem grande presença no discurso dos partidos políticos brasileiros”.

“Há ufanismo, bairrismo, casuísmo, personalismo, patriotadas, promessas e adjetivos. Faltam concisão, objetividade, organização, proposições claras, informação relevante, elucidação filosófica e esclarecimento político”.

Uma resposta para ““Partidos ganham verbas públicas para gastar inutilmente”. Deu OCI no jornal “Estado de Minas”.”

  1. Roberto F. Vieira disse:

    Inicialmente acompanho o comentário e acrescento que lamentavelmente nossos partidos políticos sé perdem nas suas ideologias e por conseguinte não conseguem ter como fundamentação a opção pelo cidadão, razão pela qual gastam indevidamente a verba recebida, até porque gastam em interesses pessoais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *