Antes, a inteligência natural. Depois, a artificial!

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‘Alguém descobriu a água, e não foi o peixe’. A frase atribuída a Marshall McLuhan, papa particular da Comunicação – dá a deixa para um singelo toque:

Muito cuidado com o ‘frenesi digital’!

O mundo continua povoado de pessoas cada vez mais necessitadas de contato humano em contraponto à imposição ‘pós-pós-industrial’ que a tecnologia da informação vem pautando.

A inteligência natural de bilhões (de seres humanos) deveria receber investimentos maciços de bilhões (de reais, de dólares, de euros) ANTES da artificial.

Assumamos – com coragem – a essência diferencial das relações públicas (sem, claro, deixar de dominar todas as ferramentas tecnológicas disponíveis), pois, se o marketing e o branding agora estão digitais, as relações públicas sempre foram – e sempre serão – humanas e pessoais. É o que nos faz (e continuará fazendo) ser úteis e necessários.

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