Veiculando e anunciando... sem saber para quem.

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Sobre influenciadores digitais (Veja-Rio, 04/10/2017, P. 25, na matéria de Daniela Pessoa):

“Em março deste ano, a dinâmica de distribuição de publicidade do YouTube levou organizações globais como Johnson&Johnson, L’Oreal, Volkswagen e PepsiCo a cancelar seus anúncios com receio de terem suas marcas atreladas a conteúdos de gosto duvidoso, como apologia da violência e do racismo. ‘A vantagem da internet é que ela oferece a possibilidade de comunicação quase cirúrgica. Em geral você sabe com quem está falando e há parcerias muito interessantes que valorizam a relação do público com o influenciador digital. No entanto, eu mesmo não faço ideia de onde estão os nossos anúncios em uma plataforma imensa como o YouTube. Ali não há curadoria’, afirma Guime Davidson, vice-presidente da agência de publicidade WMcCann”.

LINK para a íntegra da matéria – https://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/felipe-neto-lanca-aplicativo-oficial-e-declara-guerra-ao-youtube/

COMENTÁRIO

Se a glória da internet é ser randômica, sua desgraça também o é – pela mesma razão. Para filtrar conteúdos e dirigi-los sem o problema da aleatoriedade, a publicidade programática no meio web seria tão ou mais cara que a dos meios tradicionais, com o incômodo de tornar-se – mesmo – um big brother a la George Orwell.

A nova gestão da ABAP está preocupada com o avanço desordenado da mídia programática – http://observatoriodacomunicacao.org.br/clippings/caixa-preta-digital-do-meio-mensagem/

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