Será que estamos vivendo o fim do marketing? Por Ariane Sefrin Feijó.

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Marketing Epitaph

Eu gosto de olhar para o marketing como um fetiche – e como uma estratégia de gestão, a única que funcionou no nosso sistema capitalista…

Link para a íntegra da publicação original no Blog Relações – http://www.blogrelacoes.com.br/2014/07/o-fim-do-marketing/

COMENTÁRIO

De fato, desde a virada do século XXI têm sido publicados artigos – aqui e lá fora – sobre o “fim do marketing”. Do ponto-de-vista prático, nas empresas, o termo marketing tem, sim, sido substituído por outras palavras. É interessante refletir sobre isso. Uma vez que o termo foi adotado no Brasil em inglês, não sofrendo uma versão para a língua-pátria que muitos países adotaram, o termo marketing, aqui, sempre sofreu preconceito (para o bem e para o mal, bem entendido).

E tal preconceito se mostrava – e se mostra ainda hoje apenas nos meios religiosos, da cultura e do jornalismo – ou não. Muitos não gostavam do termo “estrangeiro”, apesar de adotá-lo.

O marketing acabou

Agora, a forra! E a disciplina – agora explodida em 12 “Ps” – vai desaparecendo dos nomes dos departamentos, dos cargos e, até, dos artigos acadêmicos. E vai sendo substituída pelas, antes, subdisciplinas do marketing: logística e canal (trade marketing), CRM, relacionamento, pós-venda, inteligência competitiva (antes SIM – sistema de informações de marketing), entre outras.

Mas será que não vai entrar “nada no lugar”, resumindo tudo aquilo que já significou o todo-poder do marketing?

Sim. E já entrou!

Minha observação, desde que comecei a ministrar a disciplina na ESPM/RJ, em 2001 – até 2004 – e depois disso, na UERJ), permite afirmá-lo (o vídeo no último link, acima, já “entregou”) é: o branding. Mas isto é outra história.

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