Comunicação sustentável, e do bem. Por Valéria Blanc.

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Publicado n’O Globo de ontem (P. 17), este texto provoca e merece profunda reflexão.

O cidadão está disperso pelas próprias características da atual comunicação. Se há uma enorme e democrática vantagem quanto à ágil obtenção de informações de todo tipo, existe também a necessidade de destacar e jogar luz sobre mensagens que tornem mais nítida a imagem de empresas, produtos e mesmo de políticos em campanhas eleitorais…

LINK – http://oglobo.globo.com/opiniao/comunicacao-sustentavel-do-bem-20286884

COMENTÁRIO

Nós, deste OCI, que militamos nas causas da transparência e da comunicação pública, endossamos a íntegra do que Valéria Blanc defende para uma comunicação sustentável: ética, responsabilidade social, respeito ao ambiente, às minorias e aos animais. E corroboramos com o pensamento-conclusão do artigo – em nossas palavras – ”a reputação é um ativo que se comporta como um ‘cheque especial’ – é preciso construir fidelidade e boa história para que se possa sacar ‘a descoberto’, no futuro, nas situações críticas’.

No tempo da ‘curadoria’, o turbilhão proporcionado pelos ‘media’ é objeto de estudo pela tal da ‘Economia da Atenção’, de Davenport & Beck. E no plano inclinado da atualidade planetária (o filme ‘Inferno’, de Ron Howard – 2016 – é neomalthusianismo ‘na veia’), precisamos mudar o nosso foco para o que realmente interessa: a vida natural, em coletivo. Marcondes Neto.

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