O que virá depois do Facebook? Análise e tendências para o futuro próximo das mídias sociais. Por Marcus Lemos.

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O Facebook dá o seu sinal de cansaço e fadiga, com mudanças em seu algoritmo em intervalos cada vez menores com a justificativa de aumentar a conexão entre as pessoas e a de diminuir a propagação de notícias falsas. Mas quem me disse que ele não está mais ‘aquelas coisas’ foi a minha mãe. E uma coisa que eu aprendi foi a ouvir a opinião do usuário.

LINK – https://www.linkedin.com/pulse/o-que-vir%C3%A1-depois-do-facebook-an%C3%A1lise-e-tend%C3%AAncias-para-marcus-lemos/

Marcus Lemos é relações-públicas da Esquadrilha da Fumaça.

COMENTÁRIO

Excelentes reflexões neste texto. Se há ‘muitas estratégias de marketing e comunicação’ – e há – a culpa é inteiramente dos responsáveis por tais estratégias. Com a fadiga do Facebook, o que fazer?

Gostamos particularmente do questionamento sobre se vivemos ou não – ainda sob a égide da comunicação ‘de massa’. Em nossa opinião, sim. E mais do que nunca.

Outra coisa: o recente fenômeno das ‘fake news’ vem erodindo o jornalismo e a propaganda. Cabe ao setor ‘Relações Públicas’, sobretudo no Brasil, em que o mesmo se amplia à toda comunicação das organizações, capitanear a reflexão crítica e a proposição de saídas do ‘imbroglio’ trazido pela internet e redes sociais.

Por que? Porque jornalistas e publicitários sempre foram (e ainda estão sendo educados para ser) operadores do mercado da Comunicação. Errepês têm, sempre tiveram (e são educados para ter) visão holística da problemática comunicacional institucional, para muito além da propaganda e da mera assessoria ‘de imprensa’.

Provocação: vamos chamar o básico, o fundamental, de ‘comunicação-âncora’?

#FICA_A_DICA

Aviso de ‘spoiler’: em poucos dias será dada à luz uma inovação: ‘Marcondes App’.

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